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Editorial0Só.
Mas muito bem acompanhado(a). |
Viver
só e independente é uma opção para um
número crescente de pessoas que assumem essa condição
sem
os estigmas que lhe estavam associados no passado. Estar só,
ou usufruir da sua própria companhia, é para muitos
mais do que um estado. Chega a ser uma necessidade.
E é cada vez mais comum vermos pessoas assumirem sem complexos
a sua solidão numa esplanada, num restaurante ou numa sala
de cinema porque não arranjaram companhia à altura
ou porque simplesmente, desejam passar uns momentos tranquilos na
companhia do seu melhor amigo - elas próprias.
De resto, convenhamos, a coisa mais estúpida do mundo é
ficar-se condicionado à vontade de terceiros. A quem é
que nunca aconteceu desejar fazer algo e acabar por não fazer
porque fulano ou sicrano não estava para aí virado?
É por isso que viajar sozinho pode ser absolutamente delicioso.
A opção mais que perfeita. Quer por que se quer estar
só para meditar um pouco na vida, quer porque se precisa
de ter férias daqueles de quem mais se gosta, quer porque
se deseja viajar ao próprio ritmo e não ao sabor da
vontade dos outros.
O único inconveniente de viajar só, especialmente
para as mulheres, pode ser o permanente assédio e a pressão
a que uma figura não acompanhada pode estar sujeita no átrio
ou na piscina de um hotel,
especialmente se ele for de grandes dimensões.
É por isso que as casas que o wonderfulland.com apresenta
e sugere são absolutamente perfeitas. Com poucos quartos
e ambientes seleccionados pelo próprio conceito, o que vai
encontrar é a mais absoluta privacidade, especialmente se
escolher viajar aos dias de semana.
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